Não há vida humana que seja livre
Nem no rebordo da carne
Nem no âmago do espírito
Não há lei mundana que não limite
Qualquer ideia de evasão
Qualquer hino à revolução
Não há quimera que não se vergue
À provinciana sabedoria
À opressiva, medíocre maioria
Não há quem ame uma alma irrequieta
Quem a deixe em paz, quieta
Se do umbilical todos se soltam
Do cordão social ninguém se liberta
Nem no rebordo da carne
Nem no âmago do espírito
Não há lei mundana que não limite
Qualquer ideia de evasão
Qualquer hino à revolução
Não há quimera que não se vergue
À provinciana sabedoria
À opressiva, medíocre maioria
Não há quem ame uma alma irrequieta
Quem a deixe em paz, quieta
Se do umbilical todos se soltam
Do cordão social ninguém se liberta

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