Odeio essas malditas rimas
Como lutas com as palavras
Como as esgrimas
Parecem-me algemas
Esses malditos poemas
Parece-me tão hermética
Essa maldita prisão
Essa miserável métrica
O que eu quero é prosa
Uma escrita pura e deliciosa
Como lutas com as palavras
Como as esgrimas
Parecem-me algemas
Esses malditos poemas
Parece-me tão hermética
Essa maldita prisão
Essa miserável métrica
O que eu quero é prosa
Uma escrita pura e deliciosa

Olá
ResponderEliminarMuito bonito...
Sem mais palavras.
Sílvia
Oi...Eu como apreciadora de poesia, tinha de vir aqui manifestar o meu profundo desacordo!
ResponderEliminarA poesia liberta,não apresiona, ela só apresiona quem não intende que um poema não é a metrica nem a rima, é alma que encerra e liberta simultâneamente! Porque o poema é o brisa que transmite o que não meu nem é teu, sempre sempre de quem lê de cada vez sempre sempre diferente de quem leu antes. O poema já não pertenCe a quem escreve nem a quem passa, é de quem lê, nele se revê, a seu reflexo, intenção, anseio ou contexto!
Amo a poesia!
Vou te prometer ensinar a beleza do poesia caótica e simples...
beijinhos...
se a poesia liberta.se ...
ResponderEliminarbem pelo contrario aprisiona.nos e é viciante.
por vezes chega a um ponto que queremos sair e nao podemos pq nao conseguimos "parecem algemas / esses malditos poemas"
o poema é de quem lê mas quem o escreve é que sente o verdadeiro sentimento !
tirando o ultimo verso do poema que ta pouco expressivo e deveria ter mais intensidade o poema ta bom ;)